domingo, 9 de novembro de 2008

Mensagem de Mr. Joseph Louis A. Silva

Recebida ontem, no meu velho telemóvel, às 20 horas (TMG):
"Afinal não é só a Gazeta que te faz a corte, uma vez que também o Esprex e um tal Joseph Peter Chestnut te não perdoam".

Glossário:
Gazeta - Gazeta das Caldas, um periódico local muito popular e influente.
Esprex - Expresso, um periódico nacional igualmente muito popular e influente
Joseph Peter Chestnut - José Pedro Castanheira, jornalista do Expresso.
"te não perdoam" - referência a texto publicado no suplemento Actual da edição de ontem do Expresso sobre a exposição "José Relvas, o conspirador contemplativo".
Joseph Louis A. Silva - ver, neste mesmo blog, o post "Que las hay, la hay" e respectivos comentários.

3 comentários:

J J disse...

O texto do Expresso, que é a única verdadeira novidade referida neste post, é um merecidíssimo elogio à Exposição em causa. Já tive aqui ocasião de referir o quanto me agradou visitá-la, pese embora o conservador gosto artístico de José Relvas. Mas na Arte, como noutras coisas da vida, gostos não se discutem...

Manuela Gama Vieira disse...

Também li, com muito interesse, o artigo do Expresso.
Uma curiosidade, caso queira ter a amabilidade de me esclarecer: como é que a jarra gigantesca, com 2,80 de altura, foi parar ao Museu das Belas Artes do Rio de Janeiro?
Tem a ideia de que José Relvas tinha uma faceta de "nouveau riche", ou estarei enganada?

Joao B. Serra disse...

Sobre a jarra Beethoven publiquei um texto num suplemento especial da Gazeta das Caldas dedicado a RBP. Fotos da Jarra estão disponíveis no meu site www.cidadeimaginaria.org - página cerâmica. Mas pode aceder directamente à história da jarra em http://www.cidadeimaginaria.org/cer/JarraBeethoven.pdf
Quanto a um eventual "nouveau richisme" de J. Relvas não me parece ser o caso. De facto, tanto o Pai como o Avô paternos eram detentores de considerável fortuna, na Golegã. Pelo lado da mãe, também é possível registar uma linhagem de propriedade de significativo valor em Viseu até à avó, Condessa de Podentes. Portanto o estatuto de riqueza, prestígio social e cultural e influência política não foi construído em apenas uma geração, como é apanágio dos "novos ricos".