domingo, 19 de outubro de 2008

Dançarinos


3 comentários:

J J disse...

Tive a oportunidade de conviver com uma comunidade cabo-verdiana em Lisboa durante a década de 70, em Lisboa. Eram principalmente estudantes universitários e alguns quadros médios na área dos serviços. Mesmo no ambiente “sempre em festa” da Lisboa que eu frequentava, esta comunidade exibia uma hospitalidade, uma alegria de viver e uma afabilidade invulgares.
Lembro-me que havia música e festa em qualquer ocasião, quatro ou cinco pessoas numa sala, gira-discos a tocar e uma assumida e natural sensualidade nas danças que muito nos encantava. Esta peça espelha bem esses tempos e essas festas, ali na Saraiva de Carvalho (Campo de Ourique), que recordo com saudade, seguramente não partilhada pelos vizinhos das duas casas onde tudo isto acontecia!

Joao B. Serra disse...

Obrigado pelo comentário. Vou pedir ao Tito Paris uma coladera para você recordar. Junto-a ao par de dançarinos.

Manuela Gama Vieira disse...

Aprendi a gostar da bonita música cabo-verdiana e angolana, por influência de meu filho mais novo que, ao tempo em que foi aluno da Academia Militar, fez imensas amizades com camaradas (e...não colegas)dos PALOP,que, por sua vez, lhe despertaram o gosto para esses ritmos.
Devo dizer que...também aqui em casa houve "aulas de dança",em que a aluna era a mãe...e o filho o professor. Tal como o "tio e o sobrinho"...o "pé de chumbo" da mãe, contrastava com o "rico pé de dança" que é o jovem professor!