segunda-feira, 8 de junho de 2009

Nobody Dies (only a little)

Do not stand at my grave and weep.
I am not there. I do not sleep.
I am a thousand winds that blow;
I am the diamond glints on snow.
I am the sunlight on ripened grain;
I am the gentle Autumn’s rain.

When you awaken in the morning’s hush.
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight.
I am the soft star that shines at night.
Do not stand at my grave and cry.
I am not there; I did not die.

Mary Frye

3 comentários:

Anónimo disse...

Renascer e voltar a sorrir.....
NB

Submarino Amarelo disse...

Este pequeno poema tornou-se uma peça da cultura popular do século XX. Com várias versões e uma origem duvidosa (uma florista americana que nada mais escreveu ou a tradução de um poema índio?) é hoje uma citação comum em postais de oferta, nas livrarias e na Net.
Não descobri a intenção com que aqui é publicado mas, para quem se interesse por ele, há uma versão musicada aqui:
http://www.shazoye.com/requiem.html

Anónimo disse...

Não fiques parado no meu túmulo a chorar.
 Eu não estou lá. Eu não durmo.
 Eu sou mil ventos que sopram. Eu sou o brilho dos diamantes na neve. Eu sou o sol nos grãos maduros. Eu sou a chuva gentil do Outono.
Quando tu acordares no silencio da manhã
 Eu sou o apressado animador 
De silenciosos pássaros a voar em circulos.
 Eu sou as suaves estrelas que brilham na noite.
 Não fiques no meu túmulo a chorar. Eu não estou lá. Eu não morri.
M.